Há alguns dias, estava no blog do Róbson, lendo uma mensagem sobre graça quando, de repente, li um versículo que me impactou bastante. Diz assim:
"Porque, mesmo quando chegamos à macedônia, a nossa carne não teve repouso algum; antes em tudo fomos atribulados: por fora combates, temores por dentro. Mas Deus, que consola os abatidos, nos consolou com a vinda de Tito". 2 Coríntios 7:5,6.
Pude tirar duas lições dessa passagem: a primeira é que não somos os únicos a enfrentar temores. O grande apóstolo Paulo, um dos maiores propagadores da fé Cristã, também enfrentava isso! Não é curioso? Quando lemos as passagens fantásticas deixadas por esse grande servo de Deus (romanos 8, 1 coríntios 13, filipenses 4, efésios 6, entre outras), esquecemos que ele era como nós: humanos. Ele tinha medo do que o esperava na Macedônia; também passava por uma crise interna. Acho que ele pensava mais ou menos assim: "Será que conseguiremos alcançar nossos objetivos aqui? Será que é isso mesmo que eu tenho que fazer? Pai, você me quer aqui mesmo eu estou seguindo os meus desejos?", entre outros questionamentos. Apesar de todas as suas mazelas internas, Paulo não deixou de fazer o que precisava ser feito, por conta de seus temores. Simplesmente obedeceu a voz de Deus: pregue!
Me encontrava exatamente nessa situação, ou seja, estava cheio de "temores por dentro": "Pai, Você quer que eu vá a Angola mesmo ou é coisa da minha cabeça? Esse sustento é loucura: com R$ 7000 eu investiria em aproximadamente 7 pessoas num projeto nacional. É muito dinheiro! É difícil! A igreja vai pensar isso, o fulano vai pensar aquilo. Tenho que tomar um monte de vacinas. Lá existe cólera, malária e tudo que há de ruim também etc etc etc.
Contudo resolvi aceitar de vez o desafio, encarar todas as crises, problemas, temores internos e externos e tudo o que tiver que ser encarado confiando que Deus está mais interessado em Angola do que eu mesmo. E aí encontra-se a segunda lição: obediência. Essa deve ser a nossa posição: obedecer a Deus, mesmo que nossos temores muitas vezes digam o contrário, pois como vemos no versículo 6, da passagem acima citada, Deus nos consolará, do mesmo modo que fez com Paulo, porque Ele nos ama e não quer nos colocar em apuros por puro capricho. Ele quer alcançar pessoas em todo o mundo e, para isso, Ele chama quem Ele quiser, quando Ele quiser, com os recursos que Ele quiser, no tempo que Ele quiser. Ele quer revelar seu amor a todos! Inclusive aos universitários angolanos. Então, aqui vamos nós!
"Porque, mesmo quando chegamos à macedônia, a nossa carne não teve repouso algum; antes em tudo fomos atribulados: por fora combates, temores por dentro. Mas Deus, que consola os abatidos, nos consolou com a vinda de Tito". 2 Coríntios 7:5,6.
Pude tirar duas lições dessa passagem: a primeira é que não somos os únicos a enfrentar temores. O grande apóstolo Paulo, um dos maiores propagadores da fé Cristã, também enfrentava isso! Não é curioso? Quando lemos as passagens fantásticas deixadas por esse grande servo de Deus (romanos 8, 1 coríntios 13, filipenses 4, efésios 6, entre outras), esquecemos que ele era como nós: humanos. Ele tinha medo do que o esperava na Macedônia; também passava por uma crise interna. Acho que ele pensava mais ou menos assim: "Será que conseguiremos alcançar nossos objetivos aqui? Será que é isso mesmo que eu tenho que fazer? Pai, você me quer aqui mesmo eu estou seguindo os meus desejos?", entre outros questionamentos. Apesar de todas as suas mazelas internas, Paulo não deixou de fazer o que precisava ser feito, por conta de seus temores. Simplesmente obedeceu a voz de Deus: pregue!
Me encontrava exatamente nessa situação, ou seja, estava cheio de "temores por dentro": "Pai, Você quer que eu vá a Angola mesmo ou é coisa da minha cabeça? Esse sustento é loucura: com R$ 7000 eu investiria em aproximadamente 7 pessoas num projeto nacional. É muito dinheiro! É difícil! A igreja vai pensar isso, o fulano vai pensar aquilo. Tenho que tomar um monte de vacinas. Lá existe cólera, malária e tudo que há de ruim também etc etc etc.
Contudo resolvi aceitar de vez o desafio, encarar todas as crises, problemas, temores internos e externos e tudo o que tiver que ser encarado confiando que Deus está mais interessado em Angola do que eu mesmo. E aí encontra-se a segunda lição: obediência. Essa deve ser a nossa posição: obedecer a Deus, mesmo que nossos temores muitas vezes digam o contrário, pois como vemos no versículo 6, da passagem acima citada, Deus nos consolará, do mesmo modo que fez com Paulo, porque Ele nos ama e não quer nos colocar em apuros por puro capricho. Ele quer alcançar pessoas em todo o mundo e, para isso, Ele chama quem Ele quiser, quando Ele quiser, com os recursos que Ele quiser, no tempo que Ele quiser. Ele quer revelar seu amor a todos! Inclusive aos universitários angolanos. Então, aqui vamos nós!


UUUooouUUUOUOUOUOU....
ResponderExcluirnooossa, Luiz... seu post resumiu TUDO o q eu havia sentido em alguns desses períodos pré-projeto... e é bom saber, q mesmo sentindo as mesmas coisas, Deus nos revela a sua vontade de maneiras diferentes, mas sabe das nossas preocupações...
Deus é fiel! UhuuuUUU!!!
bju!
Ai, gente... é tão bom saber que vocês sentem o mesmo que eu!! Rss.. sério mesmo!! Esse post tb resumiu tudo o que eu sentia e sinto algumas vezess!!!
ResponderExcluirÉ muito bom saber que temos um Deus que nos usa apesar das nossas limitações, não é?! Luanda, aí vamos nós!!
Beijos, Jullia